Na Bridgestone, o assédio não tem fim

Banco de Horas deve respeitar o ACT

Trabalhadores da Bridgestone enfrentam dificuldades para utilizar as horas acumuladas no Banco de Horas. Mas, o instrumento é previsto em negociação coletiva e deve ser aplicado com transparência, equilíbrio e respeito aos direitos da categoria.

Falta de planejamento compromete PLR

Falhas no planejamento da produção pela Continental têm provocado desperdício de grande quantidade de borracha, elevando os índices de scrap. E isso impacta os indicadores utilizados para o pagamento da PLR. É preciso medidas para reduzir as perdas.

O ambiente de trabalho na Bridgestone voltou a ser alvo de denúncias relacionadas ao assédio moral. Trabalhadores relatam situações de constrangimento, intimidação, perseguição e pressão excessiva no dia-a-dia da fábrica, cenário que tem provocado adoecimento e desgaste emocional.

Nenhuma meta de produção ou posição hierárquica justifica práticas que desrespeitem a dignidade dos trabalhadores. O tema foi levado oficialmente ao Ministério do Trabalho e discutido em reuniões com a empresa.

O Sindborracha cobra medidas efetivas para prevenir novas ocorrências, investigar denúncias e responsabilizar eventuais envolvidos. Respeito no ambiente de trabalho não é benefício. É direito.

FALTA DE MÃO DE OBRA – A redução do quadro de funcionários tem sido também uma das principais reclamações dos trabalhadores da Bridgestone.

Segundo relatos encaminhados ao Sindborracha, equipes reduzidas vêm assumindo uma carga de trabalho cada vez maior, resultando em jornadas mais desgastantes, aumento da pressão por produtividade e maior risco de acidentes.

O problema atinge diversos setores da fábrica e também compromete indicadores de produção e qualidade.

Nenhum trabalhador pode ser responsabilizado por suprir, sozinho, a falta de efetivo. A empresa precisa reforçar as equipes e garantir condições adequadas de trabalho.

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