O Sindborracha recebeu denúncias graves de trabalhadores do Rework line, uma das áreas mais exigentes da fábrica, que praticamente não registra paradas e mantém ritmo intenso e esforço contínuo dos operadores ao longo de toda a jornada.
Segundo os relatos, o Prêmio de Produção estaria sendo calculado com base em parâmetros de outras áreas, desconsiderando completamente a realidade da Rework line. A prática gera distorções, compromete o reconhecimento do trabalho realizado e penaliza justamente quem mantém a produção ativa diariamente.
Para o Sindicato, a situação é inaceitável. Não é admissível que um setor com características próprias, alta demanda e responsabilidade constante tenha seu desempenho medido por critérios que não refletem sua realidade.
O Sindborracha exige transparência imediata nos critérios de cálculo do prêmio e a correção urgente das distorções identificadas. O pagamento precisa ser justo, coerente com o que de fato é produzido e com o esforço exigido dos trabalhadores.
Era só o que faltava. Os trabalhadores da Continental agora que têm que passar por triagem para obter fardamento novo. Além de não receber mais um conjunto no começo do ano, como era de costume, para receber outro, o funcionário tem entregar um antigo para análise e só recebe um novo se a empresa achar que precisa. A justificativa, obviamente, é a redução de custos.
O sindicato voltou a recebeu reclamações sobre a alimentação fornecida no refeitório. Após um período de melhora, os trabalhadores relatam que os problemas antigos estão retornando, principalmente em finais de semana e feriados, com refeições de baixa qualidade, poucas opções de proteína e cardápios insuficientes.
Uma alimentação adequada é parte fundamental das condições de trabalho e exige que a empresa garanta comida de qualidade em todos os turnos e horários, sem exceção.O sindicato continua acompanhando a situação, para assegurar a qualidade das refeições servidas no refeitório da Continental.
O problema é que essa nova regra pode acabar impactando diretamente nas condições de trabalho. Diante da situação, o sindicato reforça que entende a importância da gestão de custos por parte das empresas, mas destaca que esse processo não deve resultar em medidas que prejudiquem direitos ou condições básicas de trabalho.
Outra denúncia extremamente grave envolvendo o setor foi sobre o exaustor instalado acima de uma das máquinas, que estaria sem funcionamento há três anos.
O equipamento tem função essencial: puxar a fumaça gerada no processo produtivo, reduzir o calor e garantir condições mínimas de segurança e saúde no ambiente. Sem o funcionamento adequado do exaustor, os trabalhadores ficam expostos diretamente à fumaça e às altas temperaturas.
De acordo com os relatos encaminhados ao sindicato, operadores têm sofrido com irritação nos olhos, desconforto constante e preocupação com possíveis danos à saúde a médio e longo prazo. A situação, além de comprometer o bem-estar, representa risco direto à integridade física dos trabalhadores.
É inadmissível que um problema dessa natureza se arraste por tanto tempo sem solução. O sindicato está acompanhando e exige providências imediatas para o conserto do equipamento e reforça que saúde e segurança não podem ser tratadas como secundárias.
São frequentes os relatos de ônibus e vans com ar-condicionado inoperante bancos quebrados, portas danificadas, cintos de segurança sem funcionar. Recentemente, no roteiro de Simões Filho, houve denúncia sobre irregularidades na documentação da van. No roteiro de Jauá, veículo apresentava falhas elétricas e chegou a parar no meio da pista. Após denúncia do sindicato, que segue de olho na segurança do trabalhador, a van foi retirada de circulação pela Continental.