Presidente do Sindborracha marcou presença em debate realizado pela Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ-CUT)

O presidente do Sindborracha, Josué Pereira, marcou presença em um importante debate realizado pela Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ-CUT), reafirmando o compromisso do sindicato em acompanhar e participar das discussões estratégicas para a classe trabalhadora.

Entre os temas abordados, destacou-se uma análise de conjuntura apresentada pelo vereador reeleito Elio Rodrigues, do PT de São Paulo, trazendo reflexões fundamentais para os desafios enfrentados pelo movimento sindical no atual cenário político e econômico.

Presidente do Sindborracha discute ações estratégicas em São Paulo com lideranças nacionais do setor de borracha

São Paulo – Nesta segunda-feira, o presidente do Sindborracha, Josué Pereira, esteve na capital paulista para um encontro estratégico com Márcio Ferreira, presidente da Fenabor (Federação Nacional dos Borracheiros) e do Sintrabor (Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Borracha de São Paulo). A reunião teve como foco a análise de medidas para enfrentar os desafios do setor e fortalecer os direitos dos trabalhadores da indústria de borracha.

Entre os principais temas debatidos, destacaram-se as medidas de contenção da importação de pneus, que têm gerado preocupações entre os trabalhadores e empresas instaladas no país, afetando diretamente a competitividade da indústria brasileira. O encontro também abordou estratégias para implementar ações que resultem em impactos positivos para os trabalhadores, seja no campo salarial, nas condições de trabalho ou na garantia de direitos.

Para Josué Pereira, o diálogo com lideranças de outras entidades sindicais é essencial para alinhar esforços em prol da categoria. “Estamos enfrentando um cenário desafiador, e nossa prioridade é proteger os empregos e garantir melhores condições para os trabalhadores. A união do Sindborracha com a Fenabor e o Sintrabor é um passo importante para construir soluções eficazes”, afirmou.

Márcio Ferreira reforçou a necessidade de união entre os sindicatos do setor e destacou a importância de articular ações tanto no campo político quanto junto ao governo federal. “A proteção da indústria nacional de pneus e borracha é uma questão que vai além dos interesses locais, impactando toda a cadeia produtiva e os trabalhadores. Estamos empenhados em buscar soluções que preservem nossos empregos e fortaleçam a economia brasileira”, declarou.

O encontro reflete a crescente mobilização sindical em torno dos desafios do setor pneumático e deve resultar em ações conjuntas nas próximas semanas. Sindicalistas já planejam expandir os debates para outras regiões, promovendo uma frente unificada para garantir avanços concretos para a categoria.

Sindborracha marca presença no G-20 Social, no Rio de Janeiro

Reconhecendo a importância dessa ocasião única para os movimentos sociais, centrais sindicais e sindicatos, o Sindborracha marca presença no G-20 Social, no Rio de Janeiro. Com foco na defesa dos trabalhadores, o evento oferece uma plataforma de diálogo, na qual representantes sindicais podem influenciar diretamente discussões de temas cruciais, como combate à fome, desigualdade e transição energética.

A participação do Sindborracha reforça o compromisso com a defesa dos direitos dos trabalhadores do setor pneumático e também valoriza o papel fundamental que o sindicato desempenha ao representar os interesses dos trabalhadores em uma arena global. A presença no G20 social permite ao Sindborracha contribuir com vozes sindicais e populares para influenciar diretamente o documento que será entregue aos líderes do g20, ajudando a moldar as políticas globais e reforçar a importância dos direitos trabalhistas e das causas sociais.

Desaparecimento dos pneus aro 13 desperta curiosidade em motoristas

Pneus aro 13 ainda equipam muitos carros compactos antigos, mas sua oferta está diminuindo no mercado

Os tradicionais pneus aro 13 estão gradualmente desaparecendo das prateleiras das lojas de autopeças, e muitos proprietários já perceberam isso. Esse tipo de medida, que já foi amplamente utilizada em carros populares no Brasil, agora enfrenta a concorrência de tamanhos maiores, como os aros 14 e 15.

Durante anos, modelos como Fiat Mille, Chevrolet Celta e Ford Ka saíram de fábrica equipados com pneus 145/80 R13. No entanto, à medida que os novos veículos adotam rodas maiores, a demanda por pneus de aro 13 começou a diminuir significativamente.

Transição para aros maiores

Os automóveis mais modernos tendem a usar pneus com medidas a partir de 165 milímetros de largura, mas desde 2022, carros como o Volkswagen Gol já vinham equipados com rodas aro 15. Essa mudança reflete a busca por maior estabilidade e desempenho.

Para os proprietários de veículos antigos, a transição para pneus maiores apresenta alguns desafios. Embora as peças desses carros ainda sejam facilmente encontradas, a oferta de modelos de aro 13 está se tornando escassa e os preços tendem a subir.

Usar pneus maiores melhora a estabilidade, mas deixa a direção de carros sem direção hidráulica mais pesada. Optar por um produto mais largo pode ser uma boa solução, mas o motorista deve considerar que a troca também pode resultar em aumento no consumo de combustível.

Alternativas no mercado e recomendações
Apesar da redução da oferta de pneus aro 13, algumas marcas tradicionais continuam a produzi-los. A Goodyear, por exemplo, lançou há alguns anos o modelo Assurance MaxLife, atendendo à demanda persistente no Brasil.

Além disso, a Pirelli e a Continental garantem a produção contínua desses pneus. Ambas adaptam suas linhas de produção à demanda local, oferecendo opções para os aros 13 e 14.

A busca por pneus adequados deve ser minuciosa. Caso não se encontre o modelo desejado em lojas físicas, recomenda-se ao proprietário consultar diretamente os fabricantes ou explorar lojas virtuais. Assim, é possível garantir que o modelo adequado para seu veículo ainda seja encontrado.

Fonte: News motor

Foto: Shutterstock

Alinhamento e balanceamento dos pneus: quando fazer cada um deles?

O alinhamento e balanceamento são serviços essenciais para garantir a segurança e o bom desempenho do veículo. Oferecem mais estabilidade e garante que os pneus estejam corretamente posicionados em relação ao chassi, reduzindo o desgaste, assim como o consumo de combustível.

Quando fazer o alinhamento e balanceamento?

A Bridgestone, uma das principais fabricantes do mundo, recomenda que os dois, alinhamento e balanceamento, sejam feitos a cada 10 mil quilômetros.

“No entanto, se houver troca de pneus/rodas, vibração do volante ou no veículo, rodízio de pneus, consertos por conta de furos ou cortes ou ainda choques contra obstáculos na pista ou em buracos esses procedimentos devem ser antecipados”, alerta Roberto Ayala, gerente de Engenharia de Vendas da Bridgestone.

Segundo Ayala, a calibragem também precisa de atenção, uma vez que também ajuda na segurança dos ocupantes.

“Realizar a calibragem de todos os pneus ao menos uma vez por semana, de acordo com a indicação do manual do fabricante do veículo, contribui para a segurança do veículo e evita uma redução de até 25% na quilometragem. A pressão adequada contribui para a economia de combustível, evitando que o motor do veículo seja sobrecarregado”, explica.

Alinhamento e balanceamento são fundamentais para sua segurança – Foto: Shutterstock
Alinhamento e balanceamento são fundamentais para sua segurança – Foto: Shutterstock

O especialista também ressalta que a falta de alinhamento aumenta o desgaste das partes internas ou externas do pneu. Isso ocorre porque a carga sobre o veículo tem grande efeito sobre os pneus, daí a necessidade de distribuí-la igualmente.

Além disso, se o motorista demorar muito para fazer o alinhamento e balanceamento, a suspensão pode ficar mal alinhada, inclinando o pneu demasiadamente para o interior ou exterior, o que acaba colocando a carga em um dos lados.

Execução do alinhamento

A execução do alinhamento deve ser feita de modo que os ângulos das rodas estejam equilibrados em relação ao piso e as linhas centrais do veículo. Por isso é necessário considerar todas as forças que atuam no carro (gravidade, força centrífuga e força de viragem).

Ayala ressalta os pontos mais importantes:

cambagem – ângulo de inclinação vertical da roda em relação ao solo
caster – ângulo de inclinação do pino-rei ou do eixo de direção em relação à vertical
convergência ou divergência – diferença de distâncias entre as partes dianteiras e traseiras dos pneus quando vistos de cima.
Execução do balanceamento
O balanceamento é a distribuição adequada do peso do ano da roda. São duas formas de executar o balanceamento: estática e dinâmica.

No modo “estático”, o sistema está imível, enquanto no “dinâmico”, em rotação, assim é possível corrigir imperfeições que não é possível identificar no balanceamento estático.

Ambos evitam as trepidações no carro, deterioração precoce do pneu, problemas na direção e facilita a capacidade de frenagem.

Recomendações

Ayala ressalta a necessidade de respeitar as medidas indicadas pelo fabricante para pneus e rodas.

Tanto o balanceamento quanto o alinhamento devem levar em consideração o tipo de solo a ser percorrido: cidade ou off-road. Fazer o procedimento para o tipo errado de solo pode aumentar o consumo de combustível, comprometer a estabilidade e durabilidade das peças do veículo.

Por fim, leve seu veículo em um estabelecimento confiável, se possível recomendado por e com boa reputação. Se condenarem alguma peça ou toda a suspensão, desconfie. Essa prática é muito comum quando o valor cobrado por esses procedimentos é muito baixo.

Fonte: Garagem360

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Estepe temporário e alternativas: o que diz a legislação brasileira para 2024?

Nos últimos anos, a presença do estepe nos veículos vendidos no Brasil tem gerado discussões, principalmente devido a algumas variações observadas em modelos novos. A legislação brasileira trata da inclusão de um conjunto de roda e pneu sobressalente ou de sistemas alternativos que garantam a segurança dos ocupantes em caso de emergência.

Muitas montadoras optam por incluir um pneu de uso temporário com limitações de velocidade ou até mesmo substituem o estepe por kits de reparo emergencial. A razão para essa flexibilidade está na Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nº 540/2015, que define os requisitos mínimos para esses dispositivos. Conheça também a lista com os 10 carros mais econômicos para 2025.

O que diz a legislação sobre o uso de estepe temporário?
De acordo com a resolução citada, os veículos devem estar equipados com um conjunto de roda e pneu sobressalente de uso temporário, que não necessariamente precisa ter as mesmas dimensões dos demais pneus do veículo. O requisitos exigido é que o diâmetro externo seja compatível com o conjunto original do carro. Esta medida visa manter a segurança e a dirigibilidade do veículo, mesmo que o pneu sobressalente seja usado somente em situações emergenciais.

Além disso, a legislação permite o uso de soluções alternativas, como os pneus run flat e kits de reparo emergencial. Essas opções, embora diferentes do estepe tradicional, precisam cumprir adequadamente seu propósito, assegurando a mobilidade do veículo até que um reparo definitivo possa ser realizado.

Quais são as alternativas para o estepe convencional?

Os pneus run flat surgem como uma opção eficaz, pois possuem a tecnologia necessária para vedar furos superficiais automaticamente, permitindo que o veículo continue rodando após um furo. Isso elimina a necessidade de troca imediata do pneu, reduzindo o tempo em que o motorista fica parado na estrada.

Em contrapartida, os kits de reparo emergencial são frequentemente fornecidos com um selante e um dispositivo capaz de inflar o pneu em até dez minutos. Estes kits se enquadram sob a categoria de “sistemas alternativos”, oferecendo uma solução prática e compacta para situações de emergência.

Onde o estepe deve ser alocado?

A localização do estepe no veículo é uma decisão que cabe aos fabricantes, mas precisa seguir diretrizes estabelecidas pelo Contran para não comprometer a segurança e a comodidade dos ocupantes. O artigo 4º da resolução menciona que o estepe, quando presente, deve ser acomodado de modo a não interferir na lotação de passageiros e na segurança do veículo.

Assim, é comum observar o estepe dentro do porta-malas ou em suportes externos na traseira do veículo, particularmente em modelos como SUVs e utilitários. Essa flexibilidade ajuda a otimizar o espaço interno dos veículos, dependendo do design e das preferências dos consumidores.

Questões de segurança e regulamentações adicionais
A segurança ocupa sempre um lugar central nas regulamentações automobilísticas. Portanto, quaisquer alternativas ao estepe tradicional precisam ser rigorosamente avaliadas e aprovadas pelas entidades competentes, assegurando que, sejam quais forem as opções escolhidas, a integridade dos passageiros nunca seja comprometida.

É igualmente importante que os motoristas estejam informados e preparados para usar corretamente o equipamento de reparo ou o estepe temporário, além de compreender as limitações de cada sistema para garantir uma viagem segura e sem contratempos.

Fonte: Terra Brasil Noticias

Foto: Créditos: depositphotos.com / ArturVerkhovetskiy

Governo deve taxar quem ganha acima R$ 1 milhão para isentar quem ganha até R$ 5 mil

Proposta do governo Lula é a de tributar quem ganha mais de R$ 1 milhão ao ano entre 12% e 15% independentemente da origem da renda. A correção da tabela do IR é uma das bandeiras da CUT

Para cumprir a sua promessa de campanha de 2022 de isentar quem ganha até R$ 5 mil por mês do Imposto de Renda (IR), o presidente Lula deve incluir na proposta no Orçamento da União de 2026, uma taxação entre 12% e 15% para quem ganha acima de R$ 1 milhão ao ano. Hoje, cerca de 250 mil pessoas físicas fazem parte desse grupo.

De acordo com o que está sendo discutido pelo Ministério da Fazenda, se o recolhimento de quem ganha R1 milhão ou mais, ficar em 5,25% de sua renda, ele seria obrigado a fazer um pagamento extra para que o tributo alcançasse a alíquota mínima estipulada na proposta: 15%, por exemplo. Neste caso, um recolhimento extra de 9,75% sobre a renda do contribuinte seria feito. A informação foi publicada na quarta-feira (9), pelo jornal Folha de São Paulo.

Para o cálculo o governo vai somar a renda total da pessoa, como ganhos de aplicações financeiras, salário, lucros e dividendos etc., com o que ela efetivamente pagou pelo sistema atual. Hoje a isenção está em R$ 2.824.

A necessidade de taxar os mais ricos é porque a isenção até R$ 5 mil retiraria dos cofres públicos cerca de R$ 50 bilhões por ano, o que corresponde a quase todas as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estimadas em R$ 60,9 bilhões somente para 2025.

Um estudo de 2022 do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional) indicou que os assalariados que receberam entre 5 e 7 salários mínimos por mês em 2020 comprometeram 4,91% com o IR declarado em 2021. Já quem recebia mais de 320 salários-mínimos, comprometeu 5,25%.

Correção da tabela do IR é bandeira da CUT

Já em 2020 a bandeira da taxação das grandes riquezas ganhou ainda mais força em plena pandemia de Covid-19 como uma forma de garantir recursos para políticas públicas em defesa da vida. Durante um debate promovido pela CUT, o presidente da entidade, Sérgio Nobre, lembrou os fatores que impediram o avanço da proposta no país.

“Esse tema nunca foi levado adiante por causa da pressão de empresários e banqueiros sobre o Congresso. Eles são os detentores de grandes fortunas e não querem pagar impostos”, afirmou Sérgio Nobre à época.

No 1º de Maio deste ano, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, uma das bandeiras da CUT e das demais centrais foi exatamente a correção da tabela   do imposto de renda.

Embora entendesse que as condições econômicas das contas governamentais impõem algumas restrições para que a correção atinja os R$ 5 mil já em 2025, o secretário de Administração e Finanças da CUT Nacional, Ariovaldo de Camargo, defendeu que a cobrança de menos impostos para quem ganha até R$ 5 mil deixa mais recursos na mão do trabalhador, que sofre com os baixos salários existentes no Brasil.

“Mais recursos nas mãos do trabalhador geram melhoria na sua condição de aquisição de bens, de produtos e tudo mais, e permite, obviamente, o acesso a mais alimentos, a mais serviços, e fazendo que a economia gire um pouco mais no sentido de consumo, porque quem faz a economia girar no comércio, no serviço são justamente aqueles que recebem salários mais baixos”, disse Ariovaldo.

A última divulgação da Revista Forbes em abril deste ano mostra que o Brasil é o sétimo país com mais bilionários do mundo. São 69 pessoas com patrimônio acima de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões). Ao todo, a lista tem 2.781 bilionários de 78 países.

Fonte: Cut BA

Foto:  Marcello Casal Jr / Agência Brasil – Arquivo

Sindborracha realiza assembleia na Bridgestone

O Sindicato dos Borracheiros de Camaçari, Salvador e Região Metropolitana (Sindborracha) realizou uma assembleia, na manhã desta quarta-feira (16), na fábrica da Bridgestone.

Na ocasião, foram discutidos os principais temas com os trabalhadores, como: cumprimento das metas de PLR e a necessidade de a empresa fornecer condições adequadas para alcançar essas metas e garantir o pagamento integral da segunda parcela. Além de discutir sobre uma denúncia de assédio moral em um setor da fábrica.

A reunião enfatizou a importância do envolvimento dos trabalhadores na política local, principalmente no apoio a candidatos que lutam em prol do setor pneumático, que enfrenta desafios significativos nos últimos anos.

A Assembleia contou com a presença do presidente Josué Pereira, do Sindborracha, e os representantes do Sindicato dos Metalúrgicos e do Sindticcc.

Quase 248 mil trabalhadores ainda não retiraram dinheiro do PIS/Pasep

Prazo para o saque termina em 27 de dezembro

Dos mais de 700 mil trabalhadores habilitados para receber abono salarial em setembro, apenas 475.933 fizeram o saque. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, 247.754 beneficiários ainda não efetuaram o saque, o que corresponde a R$ 228,65 milhões em valores disponíveis. Os valores pendentes poderão ser sacados até 27 de dezembro na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil.

Na Caixa, o pagamento é feito prioritariamente por crédito em conta, nos casos em que o trabalhador possui conta corrente, conta poupança ou conta digital. Pode ser feito também por meio de crédito pelo aplicativo Caixa Tem, em conta poupança social digital aberta automaticamente pela Caixa. No caso de não-correntistas, o pagamento será feito em agências, lotéricas, autoatendimento, Caixa Aqui ou pelos demais canais de pagamentos oferecidos pela instituição.

Já os pagamentos do abono salarial por meio do Banco do Brasil serão feitos prioritariamente por crédito em conta bancária; transferência via TED, via PIX ou de forma presencial nas agências de atendimento para trabalhadores não correntista e que não têm PIX.

Até agosto, dos 26.151.402 trabalhadores contemplados, 723.687 ainda não haviam retirado os valores a que têm direito.

Pagamento mensal

“Para aqueles que solicitaram revisão do abono salarial por meio de recurso administrativo, os pagamentos serão emitidos mensalmente, todo dia 15 ou no primeiro dia útil subsequente. Informações detalhadas podem ser consultadas por meio da Carteira de Trabalho Digital ou no portal GOV.BR”, informou, em Brasília, o Ministério do Trabalho.

Tem direito ao Abono Salarial trabalhador que atende aos critérios de habilitação, como estar cadastrado no Programa de Integração Social/ Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo; ter recebido, de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) até dois salários-mínimos médios de remuneração mensal no período trabalhado.

Além disso, é necessário que o trabalhador tenha exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias – consecutivos ou não – no ano-base considerado para apuração; ter seus dados, do ano-base 2021, informados pelo empregador corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou no eSocial.

Informações adicionais poderão ser solicitadas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego e nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho, pelo telefone 158.

Fonte: CNM CUT

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Com pneus que fecham furos sozinhos, a Pirelli inova para garantir mais segurança aos motoristas

Em um momento de transformação intensa, especialmente impulsionada por avanços tecnológicos, mudanças nas preferências dos consumidores e a necessidade de alternativas mais sustentáveis, a indústria automotiva tem sido um polo de desenvolvimento da inovação global.
O setor busca soluções que proporcionem mais segurança aos clientes, ao mesmo tempo que precisam contribuir para as metas de descarbonização da indústria. Com mais de 150 anos de atuação na área, a Pirelli é parte intrínseca dessa revolução, criando alternativas que buscam atender todas essas demandas. Exemplo disso são as tecnologias de mobilidade estendida (Run Flat e Seal Inside), o PNCS (Sistema de Cancelamento de Ruídos) e os pneus Elect para carros elétricos desenvolvidos pela companhia.

No caso da tecnologia Seal Inside, a inovação elimina a necessidade de parar o carro para trocar um pneu caso ele seja perfurado por objetos de até 5 milímetros de diâmetro. A solução, que permite ao motorista continuar dirigindo normalmente, mesmo após uma perfuração no pneu, vem transformando a forma como os condutores lidam com imprevistos no dia a dia, especialmente por tornar a condução mais confortável e segura.
“Os condutores têm todos os benefícios das tecnologias. No caso do Seal Inside, mesmo que haja furos nos pneus, não é perceptível durante a direção, pois o pneu nem sequer perde a pressão”, explica Fábio Magliano, gerente de produtos Car e Motorsport da Pirelli para a América Latina.

Sistema Autovedação: material semelhante a uma mousse atua como um selante em caso de perfuração, evitando que o pneu esvazie (Pirelli/Divulgação)

Tecnologia de autorreparação 

Desenvolvida pelo departamento de pesquisa e desenvolvimento da Pirelli, a tecnologia Seal Inside traz uma revolução para os pneus. De acordo com a empresa, o sistema de autovedação consiste em um material semelhante a uma mousse, aplicado na parte interna da banda de rodagem dos pneus e que atua como um selante em caso de perfuração. 

Na prática, o material evita a perda de pressão do ar, evitando que o pneu esvazie. Dados da Pirelli mostram que a tecnologia é capaz de prevenir até 85% dos casos de perfurações de até 5 milímetros localizadas na banda de rodagem do pneu.
Isso significa que mesmo que um prego perfure o pneu, por exemplo, o veículo continua rodando normalmente. Com a fabricação da solução na Bahia, a Pirelli é a única empresa a produzir esse tipo de tecnologia na América Latina.

Para além de eliminar a necessidade de realizar a troca do pneu (e todo o trabalho que isso significa para o motorista), a tecnologia Seal Inside também aumenta a segurança do veículo, sem comprometer o desempenho do pneu e sem a necessidade do TPMS (Tyre Pressure Monitoring System) para ser usada.

De acordo com Magliano, o sistema é compatível com uma ampla gama de automóveis, podendo ser colocado em qualquer veículo e sem nenhum tipo de restrição, desde que a medida esteja disponível com a tecnologia. “O Seal Inside também já é equipamento original em alguns veículos, incluindo Jeep Comander, T-cross, Tiggo 8 e Jeep Compass.” 

Otimização dos elétricos 

Já com a tecnologia Elect, a intenção da Pirelli é atender as necessidades dos veículos elétricos, focando especialmente na otimização do desempenho, da eficiência e autonomia dos modelos. De acordo com a companhia, o sistema oferece pneus projetados para suportar o peso adicional das baterias, o alto torque produzido pelo motor elétrico, bem como melhorar a autonomia dos Evs, proporcionando uma experiência de condução silenciosa e confortável. 

Esses pneus apresentam menor resistência ao rolamento, o que ajuda a reduzir o consumo de energia elétrica e maximizar a autonomia da bateria do veículo.

A movimentação da companhia visa acompanhar a crescente adoção dos veículos elétricos. “Certamente os produtores de pneus terão que acompanhar os avanços das novas tecnologias dos carros elétricos, o que impactará em ainda mais avanços no segmento”, analisa o executivo.

Foco na segurança 

Embora sejam diferentes, todas as inovações da Pirelli focam em um ponto em comum: a segurança do condutor. A tecnologia Elect, por exemplo, é projetada para lidar com a entrega imediata de torque dos motores elétricos, proporcionando maior aderência e segurança em diversas condições de estrada.

“Incorporamos composições específicas de borracha e desenhos de banda de rodagem que melhoram ainda mais a performance do pneu, mantendo principalmente sua segurança e desempenho. Com o Elect, a Pirelli visa não apenas aumentar a eficiência energética dos EVs, mas também proporcionar uma condução mais estável, segura e confortável”, diz a empresa à EXAME.

Já com a tecnologia Seal Inside, a segurança do motorista aumenta tanto por reduzir o risco de acidentes quanto por evitar que o motorista saia do carro para trocar o pneu. “O condutor não precisa colocar-se em situações de risco, como parar um carro no acostamento de uma autoestrada, parar a noite numa rua erma com pouco movimento ou trocar o pneu sob chuva”, diz Magliano.

Vale destacar que as tecnologias, no entanto, não eliminam a necessidade de realizar manutenções preventivas nos pneus, incluindo alinhamento de direção e balanceamento do conjunto roda e pneu. A empresa, inclusive, recomenda que as manutenções sejam feitas, no máximo, a cada 10 mil quilômetros. 

Fonte: Exame

Foto: Pirelli/Divulgação