Captura de Nicolás Maduro marca intervenção militar dos EUA na Venezuela
Em uma das ofensivas militares mais impactantes da década, as forças armadas dos Estados Unidos lançaram nesta madrugada uma operação de grande escala em território venezuelano que culminou com a captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, informou o governo norte-americano.
A ação, denominada oficialmente pela Casa Branca como Operação Absolute Resolve, envolveu dezenas de aeronaves, unidades de forças especiais e ataques contra alvos estratégicos em e ao redor de Caracas para facilitar a detenção do líder venezuelano e sua posterior extração do país.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que Maduro e sua esposa foram capturados e transferidos para solo norte-americano para enfrentar acusações penais, incluindo narcoterrorismo e tráfico de drogas, que o governo dos EUA afirma que o ex-mandatário teria cometido durante seu governo.
Desenvolvimento da operação
Segundo relatos oficiais, as forças militares dos Estados Unidos realizaram ataques aéreos e terrestres durante a madrugada, desabilitaram defesas aéreas venezuelanas e inseriram equipes de elite para efetuar a captura em Caracas. Explosões foram ouvidas na capital e arredores nas primeiras horas deste sábado.
Após a captura, Maduro e Flores foram levados a bordo de aeronaves militares e transportados para a Base Aérea da Guarda Nacional de Stewart, em Nova York, onde se espera que respondam a processos judiciais em uma corte federal no Distrito Sul de Manhattan.
Reações e repercussões
A intervenção desencadeou reações imediatas no cenário internacional. Líderes de vários países latino-americanos criticaram a ação como uma violação da soberania venezuelana e do direito internacional, enquanto aliados dos Estados Unidos expressaram apoio à detenção de Maduro, classificando-o como responsável por graves crimes durante seu mandato.
O governo venezuelano, por meio de autoridades civis e militares remanescentes, condenou a operação como uma “invasão” e exigiu prova de vida de Maduro e Flores, alegando que não tinha informações sobre seu paradeiro imediatamente após os eventos










