Carro novo: pneus e pastilhas de freio precisam amaciar; entenda por quê

Especialista explica que, embora o motor não necessite mais de amaciamento, outros componentes do veículo ainda precisam de ajustes iniciais

Ao adquirir um carro novo, muitos motoristas se perguntam se ainda é necessário o tradicional período de amaciamento. Segundo o jornalista especializado em automóveis, Boris Feldman, a resposta não é simples. Ele esclarece que, diferentemente do passado, os motores dos carros modernos não exigem mais um longo período de amaciamento. No entanto, Feldman recomenda evitar exigências extremas do motor nos primeiros mil quilômetros.

O especialista ainda destaca que, diferentemente do motor, outros componentes do veículo novo ainda vão precisar ser ajustados no início.

Componentes que ainda precisam de ajustes

Apesar da evolução dos motores, outros componentes do veículo ainda se beneficiam de um período de adaptação. Feldman destaca dois elementos cruciais:

  • freios; e
  • pneus.

Os freios, que funcionam por atrito, necessitam de 200 a 300 quilômetros para que as pastilhas se ajustem adequadamente aos discos, e as lonas aos tambores. Este processo garante uma melhor eficiência do sistema de frenagem.

Quanto aos pneus, o especialista ressalta que eles também operam por atrito e, quando novos, não oferecem imediatamente a melhor aderência possível. Feldman menciona que, em carros de competição, é comum realizar um tratamento na superfície dos pneus novos para maximizar o atrito desde o início.

Recomendações para novos proprietários

Embora não seja mais necessário amaciar o carro por 4.000 ou 5.000 quilômetros, como era recomendado antigamente, Feldman aconselha os proprietários de veículos novos a terem paciência nas primeiras centenas de quilômetros.

Esta abordagem mais cautelosa permite que o motor, os freios e os pneus atinjam seu desempenho ideal, garantindo maior segurança e eficiência do veículo a longo prazo.

Mesmo com os avanços tecnológicos na indústria automobilística, um período inicial de adaptação ainda é benéfico para certos componentes do veículo, contribuindo para sua longevidade e desempenho otimizado.

Fonte: CNN BRASIL

Foto: Divulgação karvi

Sindborracha: 18 Anos de Lutas e Conquistas

O Sindborracha comemora nesta terça-feira (17), 18 anos de dedicação à defesa dos direitos dos trabalhadores do setor pneumático. Durante esse tempo, enfrentou desafios e conquistou avanços significativos para a categoria, sempre com união e determinação.

A trajetória começou com a liderança de Clodoaldo Bartolomeu, o primeiro presidente, que estabeleceu as bases de uma entidade forte e representativa. Após ele, Josué Pereira assumiu a presidência, continuando o trabalho com compromisso e competência.

Essas conquistas foram possíveis graças ao esforço constante da diretoria, que sempre esteve ao lado dos trabalhadores, garantindo que suas vozes fossem ouvidas. O Sindborracha continua firme em seu compromisso de fortalecer a categoria e lutar por melhores condições de trabalho e justiça social.

Empresas brasileiras terão que avaliar riscos psicossociais a partir de 26 maio de 2025

A partir de 26 maio de 2025, as empresas brasileiras terão que incluir a avaliação de riscos psicossociais no processo de gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). A exigência é fruto da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024. A mudança destaca que riscos psicossociais, como estresse, assédio e carga mental excessiva, devem ser identificados e gerenciados pelos empregadores como parte das medidas de proteção à saúde dos trabalhadores.

De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2023, o Brasil registrou 4,5 milhões de estabelecimentos com empregados. Dentre eles, os estabelecimentos com 1 a 4 funcionários representaram a maior parcela, totalizando 2,5 milhões de unidades, o que equivale a 56,93% do total. Esse segmento cresceu em 66,4 mil estabelecimentos em relação a 2022, um aumento de 2,6%.

O setor de Serviços liderou o crescimento, com 60.918 novos estabelecimentos (+3,43%), seguido pelo Comércio, que registrou um acréscimo de 24.346 unidades (+1,51%), e pela Construção, com 10.795 novos estabelecimentos (+3,93%). Em 2023, cerca de 52.757 estabelecimentos contavam com mais de 100 empregados, reforçando a importância de grandes empresas na economia nacional.

O que são riscos psicossociais?

Riscos psicossociais estão relacionados à organização do trabalho e às interações interpessoais no ambiente laboral. Eles incluem fatores como metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais e falta de autonomia no trabalho. Esses fatores podem causar estresse, ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental nos trabalhadores.

O que muda com a atualização da NR-1?

A coordenadora-geral de Fiscalização em Segurança e Saúde no Trabalho, Viviane Forte, ressalta que a NR-1 já exigia que todos os riscos no ambiente de trabalho sejam reconhecidos e controlados, porém havia dúvidas sobre a inclusão explícita dos riscos psicossociais. A atualização, segundo ela, esclarece justamente o que os empregadores precisam.

“Os empregadores devem identificar e avaliar riscos psicossociais em seus ambientes de trabalho, independentemente do porte da empresa. Caso os riscos sejam identificados, será necessário elaborar e implementar planos de ação, incluindo medidas preventivas e corretivas, como reorganização do trabalho ou melhorias nos relacionamentos interpessoais. Além disso, as ações adotadas deverão ser monitoradas continuamente para avaliar sua eficácia e revisadas sempre que necessário,” explica.

Como será a fiscalização?

A fiscalização será realizada de forma planejada e por meio de denúncias encaminhadas ao MTE. Setores com alta incidência de adoecimento mental, como teleatendimento, bancos e estabelecimentos de saúde, serão prioritários. Durante as inspeções, os auditores-fiscais verificarão aspectos relacionados à organização do trabalho, buscarão dados de afastamentos por doenças, como ansiedade e depressão, entrevistando trabalhadores e analisando documentos para identificar possíveis situações de risco psicossocial.

As empresas precisarão contratar empresas terceirizadas para diagnósticos, psicólogos?

A Norma não obriga a contratação de psicólogos ou outros profissionais especializados como funcionários fixos. No entanto, empresas podem contratar especialistas como consultores para auxiliar na identificação e avaliação de riscos psicossociais, especialmente em casos mais complexos.

Qual a importância dessa mudança?

A medida reforça a necessidade de ambientes de trabalho saudáveis, promovendo a saúde mental dos trabalhadores e contribuindo para a redução de afastamentos e aumento da produtividade. Empregadores que já adotam boas práticas relacionadas aos riscos psicossociais terão menos dificuldades na adaptação às exigências.

Com essa atualização, o MTE busca consolidar a gestão de riscos psicossociais como parte integral das estratégias de SST, promovendo ambientes mais seguros e saudáveis para todos.

Fonte: Gov

Foto: Divulgação Gov

Sindborracha cobra mais segurança e combate ao assédio na Continental

Na manhã desta quarta-feira (19), o Sindborracha esteve na fábrica da Continental para um atraso na entrada do 1º turno e do setor administrativo, em resposta às denúncias feitas pelos trabalhadores sobre um grave incidente ocorrido no elevador de cargas, envolvendo um companheiro da categoria. Diante desse fato, o sindicato exigiu da empresa medidas imediatas para garantir a segurança no ambiente de trabalho e evitar que novos episódios coloquem em risco a vida e a integridade dos trabalhadores.

Além disso,o  Sindborracha  recebeu denúncias sobre casos de assédio no chão de fábrica, com a empresa adotando uma postura omissa diante dessas violações. O sindicato reforçou que não tolera qualquer forma de assédio ou opressão contra os trabalhadores e, caso a situação não seja resolvida com a seriedade necessária, tomará as providências necessárias, incluindo a formalização de uma denúncia junto ao Ministério do Trabalho.

O Sindborracha reafirmou seu compromisso em defender os direitos dos trabalhadores, destacando que segurança, respeito e dignidade são direitos conquistados com luta e que seguirão vigilantes na cobrança para que sejam respeitados.

Trabalho por conta própria exige mais horas de serviço, diz IBGE

Apesar de passar mais horas exercendo o seu trabalho, o profissional por conta própria é o tipo de ocupação que recebe o menor rendimento

Trabalhadores por conta própria gastam mais tempo na atividade profissional do que empregados e patrões. Enquanto a média de horas trabalhadas semanalmente no país é de 39,1, quem atua por conta própria passa 45,3 horas no ofício.

Os dados são referentes ao quarto trimestre de 2024 e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IBGE classifica como trabalhador por conta própria “a pessoa que trabalha explorando o seu próprio empreendimento, sozinha ou com sócio, sem ter empregado e contando, ou não, com ajuda de trabalhador não remunerado de membro da unidade domiciliar em que reside”. 

O levantamento aponta que os empregados são a segunda categoria que mais passa horas nas atividades, 39,6 por semana. Em seguida figuram os empregadores, com 37,5 horas. O grupo identificado pelo IBGE como trabalhador familiar auxiliar aparece em seguida com 28 horas semanais.

O trabalhador familiar auxiliar é a pessoa que ajuda a atividade econômica de um parente, por exemplo, em horta da família, mas sem qualquer remuneração. “Atividades mais esporádicas, sazonais e, de fato, sem uma característica de semana de trabalho dentro daquilo que a gente normalmente vai ver em outras atividades como comércio, indústria ou serviços”, explica a coordenadora da Pnad, Adriana Beringuy.

De acordo com o IBGE, a população ocupada no último trimestre de 2024 era de 103,8 milhões de pessoas.

Neste universo, os empregados eram 69,5%, o que inclui os empregados domésticos. Os trabalhadores por conta própria representavam 25,1%; enquanto os empregadores, 4,2%. Os trabalhadores familiares auxiliares respondiam apenas por 1,3% da população ocupada.

Mais trabalho, menor ganho

Apesar de passarem mais horas trabalhando, o profissional por conta própria é o tipo de ocupação que recebe o menor rendimento.

Enquanto o rendimento médio mensal do brasileiro ficou em R$ 3.215 no último trimestre de 2024, o ganho do trabalhador por conta própria ficou em R$ 2.682. Já o empregado teve salário de R$ 3.105. O topo da lista ficou com o empregador, R$ 8.240.

Mais horas trabalhadas

Os trabalhadores por conta própria em São Paulo são os que mais passam tempo nas atividades, em média 46,9 horas semanais. Em seguida figuram os do Rio Grande do Sul (46,5) e os do Ceará (46,2).

Entre os empregados, novamente os de São Paulo lideram o ranking de horas trabalhadas semanalmente (40,7). Em seguida aparecem os de Santa Catarina (40,6) e Mato Grosso (40,5).

Já entre os empregadores, as maiores cargas de trabalho semanal são de Santa Catarina, com 40,4 horas, e Rio Grande do Sul, com 40,2 horas. São Paulo é o sexto, com 38,7 horas semanais.

Em se tratando de trabalhador familiar auxiliar, os de Santa Catarina passam em média 41,6 horas semanais em atividades, tempo 48% maior que a média do país.  

Emprego no país

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

A pesquisa divulgada na sexta-feira (14) revela, entre outros dados, que o desemprego no país no quarto trimestre foi o menor já registrado na série histórica em 14 estados. Em oito estados e no Distrito Federal, o salário médio do trabalhador ficou acima da média do Brasil.

Já o desemprego e a informalidade estão mais presentes na vida de pessoas pretas e pardas do que das brancas. 

Fonte: Movimento Econômico

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Sindborracha participa da 7ª Conferência Nacional da CSD-CUT e reforça compromissos sociais

Entre os dias 13 e 16 de fevereiro, ocorreu a 7ª Conferência Nacional da CSD-CUT, evento de grande relevância para o movimento sindical. Durante o encontro, foram debatidos temas importantes, como a luta contra o racismo, o feminismo, o combate ao assédio, além de discussões sobre o ecossistema, a transição energética e o capitalismo.

O Sindborracha esteve presente ao lado da delegação baiana, reafirmando seu compromisso com pautas fundamentais que transcendem o ambiente de trabalho e impactam diretamente a sociedade como um todo.

Sindborracha marca presença no Comunica Nordeste

Entre os dias 11 e 13 de fevereiro, o Sindborracha participou da 1ª edição do Comunica Nordeste, evento promovido pela Escola Nordeste da CUT, realizado no Centro de Formação e Lazer do Sindsprev, em Recife. Durante três dias de debates e aprendizado, dirigentes sindicais, comunicadores populares e especialistas se reuniram para discutir estratégias de fortalecimento da comunicação sindical na região nordeste.

O encontro abordou temas sociais relevantes que impactam diretamente o mundo do trabalho e a vida da classe trabalhadora, buscando ampliar o diálogo entre sindicatos, trabalhadores e a sociedade. O Comunica Nordeste se consolidou como um marco para a comunicação sindical, promovendo uma troca de ideias enriquecedora e explorando novas formas de comunicação mais eficazes.

A participação do Sindborracha reafirma seu compromisso com a democratização da informação e o fortalecimento da luta sindical, utilizando a comunicação como ferramenta essencial na defesa dos direitos dos trabalhadores.

O evento contou com a presença de importantes nomes como Sérgio Amadeu (sociólogo e defensor do software livre), Luiz Denis Soares (Blog Trampo), Tarcísio Aquino (CUT Ceará), Maria Aparecida (Secretária Nacional de Comunicação da CUT), entre outros, que contribuíram para o sucesso do projeto.

Quais são as 5 melhores marcas de pneu para carros no Brasil?

Está com dificuldade de escolher os pneus novos do seu carro? Descubra quais são os mais populares para não errar na escolha
A segurança nos veículos é extremamente importante, e ela pode ser influenciada de acordo com a qualidade de seus componentes, como os pneus. Por isso, é essencial optar por boas marcas, que podem garantir os melhores materiais, tecnologia e qualidade para compor seu carro.

Porém, existem muitas opções de pneus no mercado, o que pode dificultar a escolha na hora da troca, seja ela necessária ou um upgrade que o usuário decidiu fazer. Para ajudar, é interessante escolher tendo como base avaliações dos usuários e dados do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).

O INMETRO utiliza testes rigorosos para classificar os pneus em diferentes categorias de desempenho, como, por exemplo: frenagem em piso seco e molhado, nível de ruído e resistência ao rolamento. Levando em conta essas informações, preparamos uma lista com algumas das melhores marcas de pneu para carros disponíveis no Brasil. Veja abaixo!

1 – Pirelli

Pneus da Pirelli são sinônimos de qualidade e tradição. (Imagem: Shutterstock)

A Pirelli é uma marca italiana fundada em Milão, sendo referência em pneus de qualidade, e bastante tradicional no mercado automobilístico. O valor dos produtos é elevado, mas é a marca mais utilizada em veículos zero quilômetro. Isso mostra a confiança dos fabricantes quanto a sua qualidade, uma vez que escolhem a Pirelli para compor seus carros novos.

A marca também é associada ao desempenho esportivo, carros de luxo e competições automotivas. A linha Cinturato se destaca por ter alta qualidade e preocupação ecológica, e a P Zero é indicada para quem busca desempenho em altas velocidades, apresentando nota B em pistas molhadas e nota C em economia de combustível.

2 – Goodyear

A marca conta com a tecnologia de fibra DuPont Kevlar, material cinco vezes mais resistente do que a de coletes à prova de balas. (Imagem: Divulgação)

A norte-americana Goodyear é um nome de peso entre as fabricantes de pneus, com produtos que já rodaram bilhões de quilômetros em estradas de todo o mundo. A empresa conta com mais de 120 anos de história e oferece pneus para carros de passeio, SUVs, caminhões e ônibus. Seu destaque é a tecnologia de fibra DuPont Kevlar, material cinco vezes mais resistente do que a de coletes à prova de balas.

Os pneus oferecem durabilidade e resistência, com tecnologias inovadoras para aderência em pisos secos e molhados, projetados para proporcionar conforto e silêncio durante a condução. Seus preços variam, e é possível encontrar linhas específicas para uso urbano e diário.

Um exemplo é o modelo Eagle F1 Asymmetric 3, que oferece alto desempenho e segurança para o dia a dia. Além disso, a linha para SUVs da Goodyear se destaca pelo fator economia de combustível.

3 – Bridgestone

Bridgestone: líder mundial em vendas e maior fabricante do mundo. (Imagem: Divulgação)

A marca é originária do Japão, sendo uma gigante da indústria de pneus e uma das marcas mais conceituadas do mundo, sendo líder de vendas e a maior fabricante. A Bridgestone tem soluções para todos os tipos de veículos, com uma extensa linha de pneus para atender às necessidades de diversos perfis de motoristas. A marca investe em pesquisa e desenvolvimento para itens com tecnologia.

Seus produtos são ideais tanto para aqueles que buscam mais potência, até para quem prioriza a economia de combustível. A linha Ecopia EP150 une desempenho e economia, enquanto a Turanza ER300 traz conforto e segurança. Quem possui SUVs e caminhonetes pode contar com a linha Dueler A/T, e os que possuem carros esportivos podem escolher o Potenza RE 740, que promete alta performance.

4 – Michelin

Propaganda da marca Michelin com pneus, fundo azul e o mascote ao lado.
Marca francesa, a Michelin oferece pneus com tecnologia e qualidade. (Imagem: Divulgação)

A Michelin é uma empresa francesa referência em pneus de alta qualidade e durabilidade, por sua tecnologia de ponta. Os produtos não são dos mais baratos, mas tem destaque pela performance em frenagens, como é o caso do modelo Primacy 4.

Essa linha é uma das mais bem avaliadas do mercado, com nota A de aderência no molhado e baixo nível de ruído. Já a linha Energy XM é uma opção mais econômica, mas que também tem alta qualidade.

Os pneus da Michelin incluem compostos de borracha avançados e desenhados de banda de rodagem, para otimizar o contato com a estrada e oferecer mais aderência e firmeza, com boa estabilidade nas curvas e grande poder de tração.

5 – Firestone

A Firestone é fornecedora oficial da Fórmula Indy, o que comprova a sua excelência em eficiência e desempenho. (Imagem: Divulgação)

A Firestone é uma fabricante norte-americana com mais de 120 anos de história, que oferece pneus bastante utilizados no mercado brasileiro. A marca é a fornecedora oficial da Fórmula Indy, o que comprova a sua excelência em eficiência e desempenho. Pertencente à Bridgestone, a empresa oferece opções com desempenho constante e condução estável, para diferentes condições de estrada.

Os produtos entregam um bom custo-benefício, para quem busca por uma marca de pneus com maior durabilidade e sem gastar tanto. Sua linha F-Series é indicada para veículos de passeio, com destaque para o F-600, com notas B em tração e temperatura que suporta velocidades de até 200 km/h.

Fonte: Olhar Digital

Imagem: Mason Jones/Unsplash

Bridgestone anuncia fechamento da fábrica nos Estados Unidos com corte de 700 vagas

A Bridgestone Americas anunciou o fechamento de sua planta de pneus radiais para caminhões e ônibus em LaVergne, Tennessee, em 31 de julho de 2025, como parte de uma estratégia para otimizar sua presença comercial, reduzir custos e fortalecer sua competitividade nos Estados Unidos. A medida afetará cerca de 700 funcionários. A empresa também planeja ajustes em outras operações, incluindo a redução de capacidade e força de trabalho na planta de pneus agrícolas em Des Moines, Iowa, e em suas áreas corporativas e de vendas.

Além disso, a Bridgestone está implementando medidas semelhantes na América Latina, incluindo cortes de custos e redução de capacidade no Brasil e na Argentina. Essas iniciativas fazem parte da segunda fase do Plano de Negócios de Médio Prazo (2024-2026), visando eficiência operacional e sustentabilidade a longo prazo. Apesar das mudanças, a empresa reforça seu compromisso com a sociedade, a economia e a mobilidade.

Este cenário é visto com preocupação pela categoria. O Sindborracha de Salvador e Região Metropolitana, acompanha as recentes notícias que indicam o risco de perda de empregos para trabalhadores, independentemente do país em que atuam. “Sabemos que a instabilidade no mercado de trabalho afeta diretamente a vida de milhares de famílias, e estamos comprometidos em buscar soluções para minimizar os impactos dessa realidade, defendendo a preservação dos empregos e o fortalecimento das condições de trabalho para todos os profissionais da categoria”, afirma o presidente Josué Pereira.

Prioridade do governo em 2025 é baratear os alimentos, diz Lula

Uma das prioridades do governo federal para 2025 é a de baratear o preço dos alimentos que chegam à mesa do trabalhador. A orientação foi passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à sua equipe nesta segunda-feira (20), durante a primeira reunião do ano com seus ministros.

De acordo com o presidente, o novo ano será de colheita de muitas das políticas públicas iniciadas após o que chamou de período de reconstituição de diversas pastas, segundo ele, desmontadas durante o governo anterior. Ele cobrou de seus ministros um esforço cada vez maior para avançar nas políticas que vêm sendo implementadas.

“Temos agora um tema muito importante, que é a reconstrução, a união e comida barata na mesa do trabalhador, porque os alimentos estão caros na mesa do trabalhador. Todos ministros sabem que o alimento está caro. É uma tarefa nossa garantir que o alimento chegue na mesa do povo trabalhador, da dona da casa e do povo brasileiro em condições compatíveis com o salário que ganha”, disse o presidente durante a fala de abertura da reunião.

Combate à desinformação

O presidente, que se disse prontamente recuperado da cirurgia que fez na cabeça após uma queda, reiterou o compromisso do governo com a manutenção da democracia. Ele pediu a seus ministros que fiquem atentos para evitar dar argumentações a opositores que, segundo ele, já iniciaram campanha visando as eleições presidenciais do ano que vem.

“Daqui para frente, nenhum ministro vai poder fazer portaria que depois crie confusão, sem que essa portaria passe pela Presidência da República, por meio da Casa Civil”, disse.

Segundo Lula, as eleições de 2026 já começaram para seus adversários. “Basta ver a internet para perceber que eles já estão em campanha. E nós não podemos antecipar a campanha, porque temos de trabalhar para entregar ao povo aquilo que ele precisa”, disse o presidente.

“Eu tenho uma causa, e ela é o que vai me motivar em 2025, que é a de não permitir, em hipótese alguma, que esse país volte ao horror do que foi o mandato do meu antecessor, garantindo que a democracia permaneça nesse país. Não queremos entregar esse país de volta ao neofascismo, ao neonazismo, ao autoritarismo. E precisamos dizer em alto e bom som: queremos eleger um governo para continuar o processo democrático nesse país ”, acrescentou.

Ricardo Stuckert
Reunião ministerial

O presidente citou também algumas entregas na área da educação e fez elogios à aprovação da lei que não permite uso de celulares pelas crianças no ambiente escolar. “Este é um sistema de proteção das nossas crianças. É um sistema de proteção da nossa educação e dos nossos professores. Estamos privilegiando a educação, o humanismo, e não os algoritmos para fazer a cabeça das nossas pessoas”, argumentou.

Estados Unidos

Lula falou também sobre as expectativas de manter boas relações com os Estados Unidos. O presidente eleito, Donald Trump, tomou posse na tarde desta segunda-feira.

“Tem gente que fala que a eleição do Trump pode causar problema para a democracia mundial. O Trump foi eleito para governar os Estados Unidos. Eu, como presidente do Brasil, torço para que ele faça uma gestão profícua, para que o povo brasileiro e o americano melhorem, e para que os americanos continuem a ser o parceiro histórico que é do Brasil”, disse. Lula ainda acrescentou que deseja paz, harmonia e diplomacia com todos países.

Fonte: Cut BR

Foto:  Ricardo Stuckert / PR